Eunápolis fecha o cerco contra facção responsável por crimes brutais: o que se sabe sobre a Operação Libertatis

Eunápolis fecha o cerco contra facção responsável por crimes brutais: o que se sabe sobre a Operação Libertatis

O que motivou a operação

A Polícia Civil de Eunápolis desencadeou a Operação Libertatis para desarticular uma facção criminosa apontada como responsável por assassinatos, torturas, extorsões e desaparecimento de corpos nos últimos anos. O estopim foi o caso do motorista de aplicativo de 33 anos, sequestrado e torturado em março — episódio que revelou a atuação de um “tribunal do crime” instalado em áreas da cidade.

Objetivo central

  • Neutralizar o grupo criminoso
  • Prender envolvidos em execuções e torturas
  • Recolher provas digitais
  • Identificar outros crimes cometidos pela organização

Como a operação foi executada

A ação foi conduzida pela 1ª Delegacia Territorial, com apoio estratégico da Polícia Militar. Foram cumpridos mandados nos bairros:

  • Pequi
  • Moisés Reis
  • Parque da Renovação
  • Centauro
  • Antares
  • Juca Rosa

No Juca Rosa, um suspeito com ligação direta à facção foi preso.

Quem já está preso

  • 1 homem capturado durante a operação
  • 2 detentos do Conjunto Penal de Eunápolis receberam novas ordens de prisão por envolvimento no sequestro do motorista

O que foi apreendido

  • Celulares
  • Computadores

O material será submetido à perícia para rastrear conversas, ordens de execução e possíveis conexões com outros crimes.

Quem ainda está foragido

Quatro alvos com mandados de prisão decretados não foram encontrados e já são considerados foragidos da Justiça.

O que diz a polícia

O delegado Manoel Vieira afirmou que a investigação continua para:

  • localizar os foragidos
  • identificar novos integrantes da facção
  • mapear crimes antigos atribuídos ao grupo

Denúncias

Informações anônimas podem ser repassadas à polícia pelo número: (73) 98196-3666

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